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No trecho entre Além Paraíba e Realeza, estão previstas 4 praças de pedágio    

                

Após estudo realizado pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), que levantou o número de veículos que circulam por dia na BR 116 no trecho da divisa com Rio de Janeiro, em Além Paraíba, até a divisa com o estado da Bahia, foi feito um projeto para a criação de praças de pedágio, após a privatização da estrada. No trecho entre Além Paraíba e Realeza, já estão previstos quatro pontos de pedágio que possivelmente devem ficar localizados:
1 próximo a Leopoldina;
1 no km 707 próximo ao distrito industrial de Muriaé;
1 em Fervedouro;
1 em São João do Manhuaçu.

 

 

O que se ouve entre os usuários é que, com o pedágio, a estrada será mais conservada daí pra frente, citando exemplos de outras rodovias onde o pedágio é cobrado. Segundo informações contidas no site da ANTT – As praças de pedágio devem ser localizadas de forma a evitar um grande efeito de fuga em função do início da cobrança de pedágio. A localização deve priorizar o pagamento de tarifa sobre o tráfego que utiliza o sistema, evitando proximidade aos principais núcleos urbanos. Assim, quem mora em Leopoldina, Recreio, Laranjal, Palma, Cataguases e Muriaé poderão continuar a trafegar entre si sem ter que pagar o pedágio. Já quem sai dessas cidades para ir ao Rio de Janeiro, por exemplo, vai passar por uma praça de pedágio antes de Além Paraíba e estará sujeito ao pagamento da tarifa. A estrutura tarifária vigente nas concessões rodoviárias federais e na maioria dos estados brasileiros se baseia no preço cobrado para um automóvel de passeio – que corresponde a um eixo de caminhão. Já para os caminhões é cobrado um valor relativo ao número de eixos que o compõem. Este conceito, ainda que de forma simplificada, busca aplicar tarifas proporcionais à solicitação do pavimento exercida pelos diferentes tipos de veículos.                                                

                                                                                                         

Rio-Bahia está pronta para ser privatizada                                                 

Deve ser divulgado até novembro pelo Ministério dos Transportes o edital para a privatização da BR-116 (Rio-Bahia), entre a divisa de Minas com o Rio e de Minas com a Bahia. Entretanto, como os estudos da concessão são de 2007, há necessidade da realização de novas pesquisas. A atualização dos estudos é necessária para que o Tribunal de Contas da União (TCU) faça nova análise desse primeiro estágio da concessão. Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já está contratando a atualização dos documentos. Ainda de acordo com o órgão, todos os questionamentos feitos pelo TCU já foram respondidos. Ainda segundo a ANTT, foram realizadas pesquisas de opinião com motoristas, as quais verificaram a disposição dos usuários da rodovia em pagar pedágio pela melhoria de suas condições. Pelos estudos iniciais, a tarifa média ponderada por quilômetro para usuários de automóveis resultou em R$ 0,0353/km. O processo de concessão rodoviária, pertencente ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), teve início em 3 de outubro de 2008. Todo o trâmite é acompanhado de perto pelo TCU. A fiscalização de outorga de concessão para exploração de rodovias federais é realizada em cinco estágios. Neste momento, o TCU aguarda o envio da documentação da ANTT para fazer nova análise do primeiro estágio. A empresa vencedora terá a concessão do trecho por 25 anos.

4 Comentários


  1. Dudu Muriaé on 07 out 2011

    Mais uma vergonha , ao inves de aplicarem bem os impostos que recebem do DPVAT e os IPVA, ficam arrumando mais formas de enrriquecimento em cima do proprietários de veiculos,,,,,esse é nosso Brasil que lastima….

  2. joão carlos on 07 out 2011

    mais uma vez o governo, entrega de mãos beijadas; o direito povo. agora teremos que pagar para trafegar em nossas próprias estradas. já não basta ter que pagar ipva e outra licenças mais. ainda teremos que pagar pedagio . isso, como diria boris casoy, É UMA VERGONHA1111

  3. Magnus on 08 out 2011

    O dinheiros dos impostos não são aplicados na manutenção das estradas e ainda vem dizer que precisam privatizar pra mantê-las conservadas? Isso é dar diploma de burro pro povo!!
    Esse Dnit só tá fazendo besteira, visto o que faz aquí em Muriaé. No site diz “…evitando proximidade aos principais núcleos urbanos. Assim, quem mora em Leopoldina, Recreio, Laranjal, Palma, Cataguases e Muriaé poderão continuar a trafegar entre si sem ter que pagar o pedágio.” mas como se 1 vai ser próximo ao distrito industrial, outro a Leopoldina e outro a Fervedouro?
    Absurdo!!!

  4. anônimo on 10 out 2011

    estamos cansados de saber que o governo não aplica devidamente o dinheiro que recebe de nossos impostos, que é uma vergonha ter que privatizar o que deveria ser “de graça”(pagamos por isso) também já estamos cansados, mas quem sabe essa não será a solução para acabar com trechos como o de Miradouro a São francisco que são mais do que uma vergonha, pelo menos vão resolver aquele problema. Agora tenho que reconhecer que os trechos privatizados dão de 100 nos que estão nas mãos do governo.


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