Fiocruz termina avaliação de galpão interditado em Matias Barbosa
Representantes da Fundação Oswaldo Cruz, com sede no Rio de Janeiro, terminaram, nesta terça-feira (09), a vistoria no galpão interditado pela Vigilância Sanitária de Matias Barbosa no último mês. A suspeita é que o local estava sendo utilizado para armazenar lixo hospitalar de forma irregular e medicamentos da Fiocruz que deveriam ser incinerados. A equipe técnica da Fiocruz esteve pelo segundo dia seguido no galpão.
A Polícia Federal e órgãos ambientais da cidade acompanharam a vistoria. O caminhão que estava dentro do galpão também foi fiscalizado pelos agentes. O local foi interditado no dia 26 de fevereiro depois que a Secretaria de Meio Ambiente de Matias Barbosa encontrou resíduos hospitalares e caixas de remédio guardadas no interior do prédio.
Todo material encontrado é de responsabilidade da Belmarve Soluções Ambientais. E o transporte dos produtos da Despoluir, a mesma que foi acusada em setembro do ano passado de usar um depósito clandestino de resíduos hospitalares em Santa Bárbara do Monte Verde.
Os técnicos da Fiocruz ficaram apenas dez minutos dentro do galpão e saíram sem gravar entrevista. Eles agora vão elaborar um relatório que será anexado ao inquérito policial.
Na semana passada, a Superintendência Regional de Meio Ambiente da Zona da Mata multou as empresas Belmarve e Despoluir em R$3.250 e R$23.002,30, respectivamente, devido a irregularidades no armazenamento e transporte de resíduos sólidos de saúde. Mas, segundo os advogados das empresas, elas ainda não foram notificadas.








