Durante toda segunda feira (8), uma equipe de policiais civis de Leopoldina com a participação do detetive Flávio, de Muriaé realizaram uma operação em alguns bairros do Rio de Janeiro, para encontrar o homem que teria matado, na noite de sábado (23) de Janeiro, o taxista muriaense Othair Gomes da Silva, 71 anos, que segundo informações teria pego uma corrida da rodoviária de Muriaé até Queimados, no Rio de Janeiro, e seu corpo foi encontrado, na noite de domingo (24), com um tiro na nuca, as margens da BR 116, em Leopoldina. A vítima era natural de Porciúncula/RJ, Sub Tenente reformado da Polícia Militar e morava na Rua Antonio Pereira Galvão, no bairro Encoberta.
Os policiais chegaram a Fabiano Vieira da Silva, 37 anos no bairro de Realengo, no Rio, após passarem por Campo Grande, onde não encontraram o suspeito, mas receberam informações de que, a noite ele estaria em um comércio em Realengo, onde foi encontrado, tentou reagir, inclusive tentando sacar seu revólver, mas foi dominado pelos policiais e de imediato trazido para a cadeia pública de Leopoldina, onde confessou o crime, que contou em detalhes. Um dos fatos que mais chamou a atenção dos policiais foi que ao ser preso, Fabiano portava a arma usada no crime e com a cápsula deflagrada, como se fosse um troféu pela barbaridade cometida.
Fabiano já tem passagem pela polícia por agressão e apropriação indébita, todos relacionados à sua ex-mulher. O autor vai ficar preso em Leopoldina, onde será ouvido e a polícia continuará apurando a morte de Othair, assim como a possível participação de Fabiano em outros crimes, já que ele ficou hospedado em Manhuaçu, mas deu um nome falso.
O Crime segundo o autor
Segundo Fabiano, no dia 23 de dezembro de 2009, ele e sua esposa foram para Rio Claro, região de Manhuaçu, onde disse que mora sua irmã. Após uma briga com a esposa, ela retornou para o Rio de Janeiro e ele se hospedou em um hotel na cidade, dando o nome falso de Peterson Vieira da Silva, de onde saiu no dia 23 de janeiro, voltando para Queimados.
Ele disse que tinha a intenção de roubar um taxi de Manhuaçu, no qual ele combinou, com o motorista que pagaria R$ 800,00 reais pela corrida, mas devido o motorista ter pedido para que colocasse a bolsa no porta malas, ficou sem sua arma. Chegando a Muriaé, ele viu que não conseguiria seu objetivo e pediu para ficar na cidade, onde de imediato, no ponto da rodoviária pegou o taxi da vítima, um Fiat Idea, prata, de placas HEO 1895 Muriaé, por volta de 20h30min.
Chegando em Leopoldina, segundo ele o carro saiu um pouco da estrada, momento em que se ofereceu opara dirigir, por ser noite e deixar o motorista descansar, pois voltaria sozinho. Antes de seguirem viagem, passou Caixa Econômica para sacar mais dinheiro. O autor disse que após sair do banco, não rodou mais que 1 km, quando parou o carro pediu a vítima para sair e atirou, deixando caído as margens da BR. Fabiano dirigiu até Bangú, no Rio de Janeiro, onde abandonou o carro e pegou outro taxi até sua residência e seguiu sua vida normalmente. O autor relatou aos policiais que só queria roubar o carro para viajar.
O trabalho da polícia
Para chegar até o autor do homicídio, a polícia contou com informações diversas, mas a principal foi um vídeo da Caixa Econômica, onde mostra Fabiano fingindo que estava realizando um saque e a câmera externa gravou as imagens do carro e a vítima, já no banco do carona aguardando o homicida.
No vídeo os policiais conseguiram ver que Fabiano já estava com a arma na cintura, quando saiu do banco. E ficou o registro do seu nome no caixa eletrônico, já que para disfarçar ele incenou estar realizando um saque, passando até o seu próprio cartão, onde ficou o registro da operação não concluída.
De posse dessas informações a equipe de Leopoldina, formada pelo delegado André Luiz Dias Lima, os detetives Maurício Pereira do Nascimento, Leonardo Lauriano, Leonardo Barbosa Pessanha, Dêner Morais, Márcio da Silva Porto e Flávio Vilhena (Muriaé), com o apoio do delegado regional Nelson Fialho, seguiram todos os passos do autor e quando tiveram a certeza de que ele estaria no local de sua prisão, partiram para o Rio de Janeiro, com a missão de desvendar o crime.
Para o detetive Flávio, o apoio e a determinação da equipe foram fundamentais para a prisão do autor. “Antes de ser um taxista e chefe de família, a vítima era um policial aposentado e tínhamos a obrigação de ir ao inferno, mas descobrir e prender os envolvidos, assim como em qualquer outro crime dessa natureza ocorrido na nossa região”, concluiu o detetive.
O autor já foi internado 28 vezes por problemas psiquiátricos e existe a possibilidade de estar envolvido em algum outro crime dessa natureza. A princípio ele levava uma vida normal, trabalhando e vivendo como todo cidadão.





















incrivel como a policia conseguiu desvendar esse mistério. o pobre taxista não morreu em vão: a policia honra sua memoria ao conseguir chegar ao suspeito do crime. parabéns à nossa corporação policial que serve como exemplo para o nosso país.
parabens a policia civil agora so falta desvendar a morte da professora e da jornalista
para tudo voltar ao normal na nossa cidade
Quando a polícia quer, ela atua, investiga, descobre e prende o assassino em prazo realtivamente curto.
Mas, quando não deseja e/ou não é de seu interesse, é o DESDÉM…
Por quê os assassinos da Prof. Mônica Vidon e de Suely até hoje não foram anunciados? Nem notícia do substituto do Delegado que presidia ao inquérito se tem, até hoje. É bem provável que muitos detentos que se encontram nas penitenciárias saibam quem foi(ram) o(s) assassino(s) e/ou mandante(s), a motivação, etc. Será que a Polícia usou toda a sua Inteligência, ouvindo seus informantes, dentro e fora dos presídios, ou há poderosos obstaculizando o desvendamento dos mesmos, por contrariar seus interesses corporativos? Denise Vidon, irmã da Prof. Mônica, está lutando praticamente sozinha contra essa injustiça. AJUDEM-NA!
É UMA VERGONHA ESSES CRIMES CAÍREM NO ESQUECIMENTO E FICAREM IMPUNES!
Parabéns a todos os profissionais envolvidos policia civil de leopoldina e muriaé e o apoio da policia militar de leopoldina com o serviço de inteligencia; e desde o início a policia rodoviária federal que foi acionada sobre o corpo encontrado que era o meu pai. Muito obrigada,todos da familia agradece.
A versão do assassino é mentira!!!o meu avô tinha ciúmes do carro. Ele preferia entrar no muro com o carro do que deixar um desconhecido dirigir. Meus parabéns à polícia, mas é uma pena que isso não vai trazer meu avô othair à vida de novo. Eu fico revoltado como este assassino. Mata o meu avô só para viajar no carro. Pena que aqui no Brasil não tenha pena de morte pois eu desejo o mesmo para o assassino do meu avô.
Primeiramente meus parabéns pela atuação da polícia; segundo não concordo com o depoimento do assassino, pois esta história ainda está mal contada. Porque a vítima tinha muito ciúme de qualquer carro que ele possuísse, ainda mais porque foi o primeiro carro zero que ele obteve. Ele jamais pediria alguém para dirigir o carro, até porque toda vida foi ótimo motorista, viajava em qualquer horário. Até os amigos taxistas confirmaram que ele, só levava pessoas conhecidas se fosse viagens distantes, então a dúvida é enorme e um mistério para ser desvendado!!!Infelizmente a vida dele nunca mais voltará, sentimos muita a sua falta!!!Que Jesus os abençõe!!!
Quero ver descubrir o assassinato da mônica srsrsrrsrsrs
Parabénss a Toda a euqipe de Policiais que conseguiram prender esse Verme.
PARABENS PELO TRABALHO DA POLÍCIA.AGORA ELE TEM QUE PAGAR PELO QUE FEZ.JUSTIÇA.
fiquei sabendo hoje que este canalha foi preso pois minha irma sofreu na mão dele este bandido ela deu parte dele varias vezes e nunca aconteceu nada agora ele vai pagar por tudo.Mais na verdade não procurei na internet pra saber se ele estava preso mais porque parentes dele disseram que ele tinha sido assasinado eu queria saber.