Hoje estão completando exatos nove meses em que o corpo da jovem Suely Cristina Santos, 31 anos foi encontrado sem vida e com seis perfurações, as margens da BR 356, na comunidade da Pratinha.
O processo ficou em Muriaé durante dois meses e quando completaram 60 dias a delegacia de crimes contra a mulher, que tinha a frente o delegado Rangel Martino e sua equipe, de posse de um mandado, prendeu o professor Sidney Martins Costa, que ficou menos que trinta dias preso na Delegacia de Eugenópolis para onde foi encaminhado o inquérito, devido a localidade do encontro do corpo.
Após a ida de todo o processo para o município vizinho, o caso estacionou. Em menos de 30 dias o professor ganhou a liberdade por força de um Hábeas Corpos, em que seu advogado alegou que as provas foram insuficientes para mantê-lo preso. Até hoje nada mais foi apurado. O motel se negou a responder quem apagou do computador as fichas de entrada e saída de veículos na noite do crime e a empresa de telefonia até o momento não libera as contas para que se saiba exatamente com quem a jovem conversava, durante o trabalho no Colina Country Clube e as pessoas que fizeram contato com ela durante todo aquele período que culminou com sua execução.
São nove meses que seus três filhos foram afastados brutalmente do seu convívio e sua família não sabe mais a quem recorrer, pois nenhuma resposta foi dada desde a tarde de 15 de janeiro, quando da prisão do professor.
Outros crimes aconteceram, foram solucionados e a justiça tem que se manifestar e exigir da operadora uma posição em relação à conta, que segundo o delegado Bruno Salles Matos é o que falta para que o inquérito seja concluído.




















