pela-manha-a-clinica-fechou-suas-portas_640x480Desde 1982 atendendo crianças em Muriaé, e há 17 anos no bairro Santo Antonio, a Assistência Médica Infantil de Urgência – AMUI fechou suas portas ás 9:30 min. da manhã de ontem, após atender 31 crianças.

Segundo explicações da Diretoria, expostas em cartazes na porta da clínica, não houve repasse da Secretaria de Saúde, impossibilitando assim o atendimento da entidade, que atendia em média 100 crianças por dia, durante 24 horas, com uma equipe de 7 médicos e 23 funcionários.

O secretário de saúde, Marcos Guarino disse, que até as 16 horas não havia sido informado oficialmente do fechamento da unidade e que os recursos para a manutenção da AMIU são oriundos da Secretaria Estadual de Saúde, através da regional Ubá. “Assim como outras entidades que acabaram com o atendimento pelo SUS, a AMIU não conseguiu se adequar ao trabalho com os limites de recursos enviados pelo Estado e com isso fechou a portas, mas existe antes de mais nada um contrato a ser cumprido, não só com o município, mas com a regional Ubá” concluiu o secretário.

Com o fechamento da AMIU, na manhã de ontem, esta é a terceira entidade em Muriaé a fechar as portas para atendimento pelo SUS. Em 1º de Abril foi casa de Saúde que paralisou o atendimento pelo SUS, dando continuidade somente a internações e particular. Trinta dias após, em 1º de Maio foi à vez da Fisiotrauma não realizar mais atendimentos pelo SUS.

Todos esses fechamentos acabam sobrecarregando a emergência do Hospital São Paulo, que mesmo bem estruturada começa a receber um número maior de pacientes na sua emergência, principalmente crianças com problemas respiratórios e alérgicos por conta da temperatura neste período do ano.

Agora o município conta com o atendimento do HSP, os PSF’s e os consultórios particulares para atendimento infantil.

 

1 Comentário


  1. Maicon da Cadeira on 12 jul 2009

    Isso é lamentavel, a secretaria de saúde, precisa da uma solução rapida, porque se não o HSP também, será preciso fecha e os muriaeenses ficaram sem hospital.


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