Na manhã desta segunda-feira a diretoria da Associação Comercial e Industrial de Muriaé – ACIM, se viu obrigada a comunicar aos funcionários que buscaram a entidade para a homologação da rescisão contratual do comércio, devido o não comparecimento do representante do sindicato do comércio varejista de Cataguases.
Há dois anos um contrato de cavalheiros, firmou uma parceria para que por duas vezes na semana o Sindicato mandasse a Muriaé um representante para fazer o trabalho de homologações, atendendo assim diversas pessoas que estavam deixando seu trabalho.
Segundo Regina Areal, Secretária Executiva da ACIM, a presidência da entidade pediu ao sindicato uma colaboração, já que durante os dias de atendimento eram disponibilizados ar condicionado, água, café e o espaço físico para o atendimento.
Ela informou que após esse pedido, José Eduardo, que é o presidente do sindicato disse que era para aguardarem o término do mês de maio, que tudo seria resolvido. Nesta segunda sem nenhum comunicado, não enviou seu representante e informou que foi proibido de fazer o trabalho, por isso não mais irá atender em Muriaé.
Ao contrário do que disse o presidente, a ACIM informou que disponibilizou suas dependências para o atendimento, como de costume, mas o Sindicato, por intermédio de seu presidente, não quer realizar o trabalho em Muriaé, mas os funcionários do comércio, continuam sendo descontados um dia de trabalho no mês de abril para manter a entidade, que atende, Muriaé, Ubá, Cataguases, Miraí, Além Paraíba, dentro outros municípios da região.
Essa não é a primeira vez que os trabalhadores no comércio em Muriaé têm problemas com o Sindicato, já que no mês de maio, tiveram que atender uma exigência de não mais abrir as portas aos domingos, fato que era comum na cidade, causando insatisfação a todos. Durante o passeio ciclístico realizado no domingo (7), diversas pessoas demonstraram insatisfação com as decisões do Sindicato, exibindo cartazes em protesto a o fechamento do comércio aos domingos.




















